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Al final del paraíso

Demián Flores

MÉXICO

De 7 de Janeiro a 2 de Abril
Terça a Domingo, das 10H00 às 18H00 (última entrada às 17h30)

PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS

Inaugura a 7 de Janeiro, Sábado às 17H00

O trabalho de Demián Flores (Juchitán, Oaxaca, 1971) tem-se caracterizado por provocar choques e contágios entre esferas de produção cultural distintas e por manter um diálogo ativo com o contexto sociopolítico da sua terra natal, situada no sul do México. Com as descobertas geográficas do século XVI e o aparecimento, na visão da altura, do ‘Novo Mundo’, a ideia sobre a existência do Paraíso assumiu novas formas e reconhecimentos.
 
O encontro deslumbrou os europeus, cujo contacto com aquelas terras longínquas ocorreu através dos escritos realizados. Frei Bartolomeu de Las Casas mencionou nas suas crónicas que os habitantes pareciam pertencer à Idade de Ouro: “são simples, sem malícia, repletos de amor para com os seus, desprovidos de qualquer ambição terrena”. Frei Bartolomeu acreditava ter encontrado o ’bom selvagem‘, aquele habitante da Arcádia que o mundo ocidental ansiava recuperar, antes de o ter colocado no lugar do inimigo hostil, e com isso ter acabado com o Paraíso. Na ordem moral, era inventada a América. Uma vez ultrapassado o questionamento sobre a origem humana dos nativos, havia então que evangelizá-los e, em simultâneo, fazê-los merecedores de um outro Paraíso, o Celestial. Tinha assim início a realidade do México que a sangue e fogo perdura até aos nossos dias. Mas Al Final del Paraíso é também um testemunho gráfico e pictural do nosso tempo.

 

Visitas guiadas e programa educativo aqui.