Este site usa cookies. Alguns cookies são essenciais para a correcta operação do mesmo e já foram configuradas.
Pode bloquear e apagar as cookies deste site mas algumas partes poderão não funcionar correctamente.

A UCCI escolheu Lisboa para ser Capital ibero-americana de Cultura em 2017.

A UCCI – União de Cidades Capitais Ibero-americanas é uma organização internacional,  não-governamental, de carácter municipal e sem fins lucrativos. Os seus principais objectivos são o estimular as relações entre as cidades capitais do território ibero-americano e o desenvolvimento articulado e equilibrado, sempre assente na solidariedade e cooperação, entre estas cidades.


A proposta apresentada por Lisboa na reunião do Comité Setorial da Cultura, na Guatemala em Novembro de 2015, foi aprovada por unanimidade e formalmente ratificada em Junho de 2016, em La Paz (Bolívia). Esta é a segunda vez que Lisboa assumirá este projecto, tendo a primeira sido em 1994, no mesmo ano em que foi também Capital Europeia da Cultura.

Membros da UCCI: Andorra-la-Vella, Assunção (Paraguai), Barcelona, Cádiz e Madrid (Espanha), Bogotá (Colômbia), Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo (Brasil), Buenos Aires (Argentina), Caracas (Venezuela), Cidade da Guatemala (Guatemala), Havana (Cuba), La Paz e Sucre (Bolívia), Lima (Peru), Lisboa (Portugal), Manágua (Nicarágua), Cidade do México (México), Montevideo (Uruguai), Cidade do Panamá (Panamá), Quito (Equador), San José (Costa Rica), San Juan (Porto Rico), San Salvador (San Salvador), Santiago (Chile), Santo Domingo (República Dominicana) e Tegucigalpa (Honduras).

 

Capital Ibero-americana de Cultura em 2016: Andorra

Capital Ibero-americana de Cultura em 2018: La Paz (Bolivia)

Capital Ibero-americana de Cultura em 2019: Panamá (Panamá)

 

 

A cidade de Lisboa foi eleita pela União das Cidades Capitais Ibero-Americanas para ser, em 2017, a Capital Cultural deste universo tão diversificado em termos de geografia, clima, cidadãos, línguas, economias, tradições, práticas culturais, linguagens artísticas, imaginários, legados culturais, criadores e que, no conjunto de todas as cidades, reúne mais de 120 milhões de pessoas oriundas da Península Ibérica, das Américas do Sul Central, México e dos países das suas diásporas.

Lisboa, hospitaleira e luminosa - atributos internacionalmente reconhecidos - será, ainda mais, um lugar de encontro, uma plataforma de convivialidade e de visibilidade de múltiplas formas de expressão e de outras tantas formas de receção. Não se confinará, contudo, à condição de lugar de chegadas e de partidas, como o anuncia a expressão Passado e Presente que antecede a designação Lisboa Capital Ibero-Americana de Cultura.

Em Lisboa poder-se-ão ver traços, rotas, testemunhos do Passado, nem sempre grandioso, nem sempre heróico. As narrativas das passagens e das presenças dos afrodescendentes transportados para as Américas serão reveladas através dos objetos que aqui foram deixados, vocábulos, topónimos; o mesmo se fará relativamente à presença dos latino-americanos migrantes dos dois lados do Atlântico, em trânsito conforme a maior ou menor adversidade das circunstâncias de um ou outro lado do Atlântico. Serão assim resgatadas, através de muitas atividades, as vidas, as expectativas e, naturalmente, as desilusões de quem aqui passou, parou ou aqui se estabeleceu. Em Lisboa se fará a História do que foi a invenção do Paraíso, os americanos Países de Futuro.

E ao Presente dedicaremos exposições, concertos, lições, cinemas, oriundos de cidades que, muitas vezes, entre si, distarão milhares de quilómetros, com cidadãos que, falando - como línguas da comunidade- o português e o castelhano, utilizam outras línguas maternais ou de adoção, articulando pronúncias diversas, do galego ao guarani. No Presente celebraremos a festividade conjugada com a criatividade e com a reflexão crítica, nem sempre consensual, decerto.

Na programação de Passado e Presente Lisboa Capital Ibero-Americana de Cultura, 2017 estão envolvidos mais de quarenta equipamentos culturais entre os quais os que dependem da Câmara Municipal de Lisboa e do Ministério da Cultura, a que se associaram outros de organizações culturais que responderam, com entusiasmo, à proposta da CML de se envolverem com projetos próprios tendo como referência a Carta Programática de Lisboa.

A programação contará com mais de centena e meia de atividades e nelas participarão centenas de artistas, produtores, professores, divulgadores, para, em conjunto com os lisboetas, construírem a Cidade Cultural.

AICEP

ATL – ASSOCIAÇÃO DE TURISMO DE LISBOA

FUNDAÇÃO MILLENNIUM BCP

IBERIA

MINISTÉRIO DA CULTURA

PÚBLICO

RTP

TAP

TURISMO DE PORTUGAL

 

EMBAIXADA DA ARGENTINA

EMBAIXADA DE ESPANHA

EMBAIXADA DO CHILE

EMBAIXADA DO MÉXICO

EMBAIXADA DO PANAMÁ

EMBAIXADA DE PORTUGAL EM ESPANHA

EMBAIXADA DE PORTUGAL NA COLÔMBIA

EMBAIXADA DE PORTUGAL NO BRASIL

EMBAIXADA DE PORTUGAL NO URUGUAI

CONSULADO DE PORTUGAL EM SÃO PAULO

 

MAR – MUSEU DE ARTE DO RIO

PESTANA PALACE – BUENOS AIRES

ARQUIVO MUNICIPAL – ARQUIVO FOTOGRÁFICO

ATELIER-MUSEU JÚLIO POMAR

BLX – BIBLIOTECAS MUNICIPAIS DE LISBOA

CASA FERNANDO PESSOA

CASTELO DE SÃO JORGE

CINEMA SÃO JORGE

EGEAC

GALERIAS MUNICIPAIS

GAU – GALERIA DE ARTE URBANA

GEO – GABINETE DE ESTUDOS OLISSIPONENSES

MARIA MATOS TEATRO MUNICIPAL

MUDE – MUSEU DO DESIGN E DA MODA

MUSEU DA MARIONETA

MUSEU DE LISBOA

MUSEU DO ALJUBE

MUSEU DO FADO

PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS

POLO CULTURAL – GAIVOTAS BOAVISTA

SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL

 

 

CARPINTARIAS DE SÃO LÁZARO

CASA DA AMÉRICA LATINA

COMPANHIA NACIONAL DE BAILADO

CTT

GALERIA MILLENNIUM BCP

LISBOA À PROVA

MAAT

MUSEU ARPAD SZÈNES VIEIRA DA SILVA

MUSEU NACIONAL DE ETNOLOGIA

Público

RTP

 

 

Academia Militar (Testemunhos da Escravatura)

Arquivo Histórico Militar (Testemunhos da Escravatura)

Arquivo Histórico Ultramarino (Testemunhos da Escravatura)

Arquivo Municipal de Lisboa (Testemunhos da Escravatura)

Arquivo Nacional Torre do Tombo (Testemunhos da Escravatura)

Biblioteca da Academia das Ciências (Testemunhos da Escravatura)

Biblioteca da Marinha (Testemunhos da Escravatura)

Biblioteca Nacional de Portugal (Testemunhos da Escravatura)

Casa-Museu Anastácio Gonçalves (Testemunhos da Escravatura)

Casa-Museu Medeiros e Almeida (Testemunhos da Escravatura)

Santa Casa da Misericórdia/Arquivo/Museu de S. Roque (Testemunhos da Escravatura)

Museu Bordalo Pinheiro (Testemunhos da Escravatura)

Museu Coleção Berardo (Testemunhos da Escravatura)

Museu da Farmácia (Testemunhos da Escravatura)

Museu da Marinha (Testemunhos da Escravatura)

Museu das Comunicações (Testemunhos da Escravatura)

Museu de Artes Decorativas Portuguesas (Testemunhos da Escravatura)

Museu Militar (Testemunhos da Escravatura)

Museu Nacional da Musica (Testemunhos da Escravatura)

Museu Nacional de Arqueologia (Testemunhos da Escravatura)

Museu Nacional de Arte Antiga (Testemunhos da Escravatura)

Museu Nacional de Arte Contemporânea (Testemunhos da Escravatura)

Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Testemunhos da Escravatura)

Museu Nacional do Azulejo (Testemunhos da Escravatura)

Museu Nacional do Teatro e da Dança (Testemunhos da Escravatura)

Museu Nacional do Traje (Testemunhos da Escravatura)

Museu Nacional dos Coches (Testemunhos da Escravatura)

Palácio Nacional da Ajuda  (Testemunhos da Escravatura)

Sociedade de Geografia de Lisboa (Testemunhos da Escravatura)

 

 

ALKANTARA FESTIVAL (plateia atlântica)

CCB – CENTRO CULTURAL DE BELÉM (Plateia Atlântica)

CULTURGEST (Plateia Atlântica)

GALERIA ZÉ DOS BOIS (Plateia Atlântica)

TEATRO DA TRINDADE / INATEL (Plateia Atlântica)

Adriana Fernandes

Augusto Fragoso

Avelina Crespo

Carlos Gradim, Hannah Drummond e Hugo Barreto (MAR – Museu de Arte do Rio)

Cristina Serôdio

Dália Paulo

Duarte Calvão (Peixe em Lisboa)

Fabiano Kueva

Fernando Belo (Lisboa à Prova)

Fernando Nogueira e Fátima Dias (Fundação Millennium BCP)

João Ribeiro de Almeida

Joaquim Brito

José Manuel Cuevas

Kenia Liranzo

Lourenço Egreja e Maria João Soares (Carpe Diem Arte e Pesquisa)

Luísa Nora

Maria Fernandes Geraldes

Maria João Machado

Maria João Naughton

Marina Bairrão Ruivo (Fundação Arpad Szènes Vieira da Silva)

Martin Cracium

Mauro Saraiva

Mónica BrazTeixeira

Nerina Carmona

Patricia Jacquelyn Balbuena Palacios

Paulo Lourenço

Pedro Niemeyer

Pilar e Pablo (Quito)

Rita Jardim

Sandro Resende

Susana Matos Viegas

Vítor Brotas

Passado e Presente – Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017

Uma iniciativa da UCCI e da CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA (DIREÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA E EGEAC)

Presidente da Câmara Municipal de Lisboa Fernando Medina

Vereadora da Cultura da Câmara Municipal L isboa Catarina Vaz Pinto

Director Municipal de Cultura Manuel Veiga

Conselho de Administração da EGEAC Joana Gomes Cardoso e Lucinda Lopes

Coordenação geral da programação  António Pinto Ribeiro

 

Traduções

Mick Greer e Graça Margarido (ING) Alberto Piris Guerra (CAS)

Revisão

Divisão de Promoção e Comunicação Cultural

Fotos

Todos os direitos reservados

Contacto para imprensa e pedido de fotos:

capitaliberoamericana@cm-lisboa.PT